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		<title>&#8220;Como comprar a felicidade&#8221; &#8211; Resenha do artigo de Gustavo Cerbasi</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 12:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[“COMO COMPRAR A FELICIDADE” -  Gustavo Cerbasi<br />
http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/como-comprar-felicidade.html<br />
Tem razão Gustavo Cerbasi em seu artigo, que faz lembrar a conexão entre a compra da felicidade por meio do consumo, que nos anos 90 foi estudada por Bauman, em “A Modernidade Líquida e a Globalização. É muito intrigante refletir sobre como o consumo gera uma insatisfação que o alimenta e como as pessoas buscam a felicidade ansiosamente, o que na verdade seria a tentativa de comprar a felicidade.<br />
Na sociedade moderna ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“COMO COMPRAR A FELICIDADE” -  Gustavo Cerbasi</p>
<p><a href="http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/como-comprar-felicidade.html">http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/como-comprar-felicidade.html</a></p>
<p>Tem razão Gustavo Cerbasi em seu artigo, que faz lembrar a conexão entre a compra da felicidade por meio do consumo, que nos anos 90 foi estudada por Bauman, em “A Modernidade Líquida e a Globalização. É muito intrigante refletir sobre como o consumo gera uma insatisfação que o alimenta e como as pessoas buscam a felicidade ansiosamente, o que na verdade seria a tentativa de comprar a felicidade.</p>
<p>Na sociedade moderna o consumo nos divide entre os que podem e os que não podem consumir. Muitas vezes, quando não conseguimos o nosso objeto do desejo de consumo chegamos ao nervosismo e à insônia. As pessoas se tornam inseguras, parecem mais irritáveis e intolerantes com o que não tem importância para a busca da satisfação.</p>
<p>O que move o consumidor é a promessa da felicidade. As pessoas buscam nos produtos a excitação de uma sensação nova, mais do que a simples posse, que em breve se torna ultrapassada. Talvez possamos dizer que os consumidores se tornaram acumuladores de sensações!</p>
<p>Quando chegamos a essa roda viva de sensações que buscamos no consumo, nos tornamos aquilo que pode ser qualificado de “consumidor ideal”, o alvo preferido de qualquer campanha publicitária. A busca do consumo para a nossa satisfação nos torna mais individualistas, já que consumir é uma atividade solitária, que só pode ser apreciada pelo indivíduo, até mesmo distanciando membros da mesma família. Quanto à solidariedade e cooperação, no consumo elas passam a ser desnecessárias.</p>
<p>As promessas e esperanças de satisfação são criadas antes mesmo que haja a necessidade de um determinado bem ou produto, esse é o trabalho da propaganda, criar promessas tentadoras, sempre mais intensas e atraentes do que as necessidades reais.</p>
<p>Se o consumidor se tornar plenamente satisfeito poder reduzir o seu consumo e esse não é o objetivo do mercado. Para que o sistema funcione é preciso aumentar a capacidade de consumo e para isso os consumidores precisam ser mantidos sempre alertas e expostos a sensações e novas tentações, num estado de perpétua insatisfação. Para o mercado dos produtos e bens é importante que os desejos sejam mantidos.</p>
<p>Para isso, nada melhor do que a produção daquilo que é efêmero, que não dura. Nosso mundo é de objetos descartáveis. Exatamente para que as atrações e seduções possam continuar indefinidamente. A imitação dos estilos e a criação contínua de novas modas também é muito útil e também ajuda a movimentar milhões. O detalhe é que não existe um momento de satisfação e felicidade, que é sempre temporária.</p>
<p>Na sociedade moderna a satisfação e felicidade é sempre adiada, para que “um dia&#8230;” possamos alcançar o nosso desejo. Para isso é preciso poupar e trabalhar, em nome do futuro momento em que consumiremos. Quanto mais trabalhamos mais consumimos e quanto mais consumimos mais trabalhamos, adiando a nossa felicidade e satisfação, que é move o desenvolvimento e crescimento econômico.</p>
<p>Talvez “um dia&#8230;” teremos o suficiente para consumir tudo que queremos. Não adianta pressa, porque não pode ser “ainda”. Enquanto isso continuamos trabalhando, na esperança de satisfação e felicidade. Esse estímulo é forte, é o poder motivador do desejo, que coloca as pessoas para trabalhar, permanecendo na esperança. Se até bem pouco tempo o adiamento da felicidade nos fez trabalhar, <a href="http://www.investimentos.org">investir</a> e <a href="http://www.poupança.net">poupar</a>, hoje já passamos para outro estágio, o da sociedade de consumidores. O consumo precisa ser já, para sermos felizes. Sem perceber acabamos transformando o consumo no supremo propósito da vida.</p>
<p>Por: Regina Di Ciommo</p>
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		<title>Bancos vão ter que reduzir juros e acabar com as taxas absurdas da economia brasileira.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo Brasileiro, através de uma medida para redução do spread bancário, instigou a redução das taxas de juros para linhas de crédito, nas últimas semanas. A novidade, primeiramente, foi aplicada aos Bancos ligados ao Governo: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Tal não podia ser a satisfação do povo brasileiro ao ter agora o que especialistas já indicavam: os bancos privados, ao entenderem a iniciativa do Governo, decidiram reduzir suas taxas de juros das principais linhas de crédito, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Brasileiro, através de uma medida para redução do spread bancário, instigou a redução das taxas de juros para linhas de crédito, nas últimas semanas. A novidade, primeiramente, foi aplicada aos Bancos ligados ao Governo: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Tal não podia ser a satisfação do povo brasileiro ao ter agora o que especialistas já indicavam: os bancos privados, ao entenderem a iniciativa do Governo, decidiram reduzir suas taxas de juros das principais linhas de crédito, equiparando-se aos concorrentes.</p>
<p>Com o novo cenário bancário, os bancos HSBC, Santander, Itaú e Bradesco são os mais novos agregados às medidas de redução. Na última semana, para gerar mais impacto à concorrência, os bancos Itaú e Bradesco decidiram, de maneira conjunta, oferecer diversas modificações, dentre elas, a oferta de seis linhas de crédito destinadas à pessoas físicas, estarão com juros bem mais baixos, porém, as novidades surgiram também para os clientes que são pessoa jurídicas. Saiba um pouco mais sobre as modificações e as mais importantes informações acerca das alterações.</p>
<p>Os créditos destinados à pessoa física são os que mais revelam modificações, de acordo com o comunicado do Bradesco, já que as linhas de crédito para pessoa física são diversas e todas elas vão ter suas taxas modificadas, tais como o <a href="http://www.emprestimo.org/emprestimo-consignado">crédito consignado</a>, o <a href="http://www.financiamento.net">financiamento</a> de veículos, o crédito pessoal e a aquisição de bens.</p>
<p>O Bradesco tem como principais modificações: as taxas do crédito pessoal, em que os juros ficaram a partir 1,97% ao mês, quando antes das mudanças eram a partir de 2,66%. Outra boa nova é na linha de crédito com a finalidade compra de bens, em que a taxa, a partir da ocasião, estará a partir de 2,97% ao mês – antes ficava a partir dos 3,54%. Taxas de cartão de crédito, por sua vez, caem para 2,94% ao mês, com o benefício de possibilidade de parcelamento até 24 meses.</p>
<p>Para pessoa jurídica, o banco anunciou benefício para micros e pequenas empresas com uma redução de taxa de juros de 5,56% para 2,9% ao mês, além disso, com a promessa da liberação de um bilhão de reais para a aquisição de equipamentos e para o capital de giro.</p>
<p>Já o banco Itaú possui como mais importantes alterações o valor das taxas para financiamento de veículos e empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS. As modificações nessas linhas de crédito são que, para a modalidade de crédito consignado, a taxa de juros de mínima caiu para 0,89% e a máxima para 2,2% a.m, enquanto que para os financiamentos de veículos a redução de taxa, que ficará em 0,99%, só será aplicada aos que sejam correntistas há mais de um ano.</p>
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		<title>Como comprar a felicidade &#8211; Gustavo Cerbasi</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 15:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“COMO COMPRAR A FELICIDADE” -  Gustavo Cerbasi<br />
http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/como-comprar-felicidade.html<br />
 <br />
Tem razão Gustavo Cerbasi em seu artigo, que faz lembrar a conexão entre a compra da felicidade por meio do consumo, que nos anos 90 foi estudada por Bauman, em “A Modernidade Líquida e a Globalização. É muito intrigante refletir sobre como o consumo gera uma insatisfação que o alimenta e como as pessoas buscam a felicidade ansiosamente, o que na verdade seria a tentativa de comprar a felicidade.<br />
Na sociedade ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“COMO COMPRAR A FELICIDADE” -  Gustavo Cerbasi</p>
<p><a href="http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/como-comprar-felicidade.html">http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/como-comprar-felicidade.html</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Tem razão Gustavo Cerbasi em seu artigo, que faz lembrar a conexão entre a compra da felicidade por meio do consumo, que nos anos 90 foi estudada por Bauman, em “A Modernidade Líquida e a Globalização. É muito intrigante refletir sobre como o consumo gera uma insatisfação que o alimenta e como as pessoas buscam a felicidade ansiosamente, o que na verdade seria a tentativa de comprar a felicidade.</p>
<p>Na sociedade moderna o consumo nos divide entre os que podem e os que não podem consumir. Muitas vezes, quando não conseguimos o nosso objeto do desejo de consumo chegamos ao nervosismo e à insônia. As pessoas se tornam inseguras, parecem mais irritáveis e intolerantes com o que não tem importância para a busca da satisfação.</p>
<p>O que move o consumidor é a promessa da felicidade. As pessoas buscam nos produtos a excitação de uma sensação nova, mais do que a simples posse, que em breve se torna ultrapassada. Talvez possamos dizer que os consumidores se tornaram acumuladores de sensações!</p>
<p>Quando chegamos a essa roda viva de sensações que buscamos no consumo, nos tornamos aquilo que pode ser qualificado de “consumidor ideal”, o alvo preferido de qualquer campanha publicitária. A busca do consumo para a nossa satisfação nos torna mais individualistas, já que consumir é uma atividade solitária, que só pode ser apreciada pelo indivíduo, até mesmo distanciando membros da mesma família. Quanto à solidariedade e cooperação, no consumo elas passam a ser desnecessárias.</p>
<p>As promessas e esperanças de satisfação são criadas antes mesmo que haja a necessidade de um determinado bem ou produto, esse é o trabalho da propaganda, criar promessas tentadoras, sempre mais intensas e atraentes do que as necessidades reais.</p>
<p>Se o consumidor se tornar plenamente satisfeito poder reduzir o seu consumo e esse não é o objetivo do mercado. Para que o sistema funcione é preciso aumentar a capacidade de consumo e para isso os consumidores precisam ser mantidos sempre alertas e expostos a sensações e novas tentações, num estado de perpétua insatisfação. Para o mercado dos produtos e bens é importante que os desejos sejam mantidos.</p>
<p>Para isso, nada melhor do que a produção daquilo que é efêmero, que não dura. Nosso mundo é de objetos descartáveis. Exatamente para que as atrações e seduções possam continuar indefinidamente. A imitação dos estilos e a criação contínua de novas modas também é muito útil e também ajuda a movimentar milhões. O detalhe é que não existe um momento de satisfação e felicidade, que é sempre temporária.</p>
<p>Na sociedade moderna a satisfação e felicidade é sempre adiada, para que “um dia&#8230;” possamos alcançar o nosso desejo. Para isso é preciso poupar e trabalhar, em nome do futuro momento em que consumiremos. Quanto mais trabalhamos mais consumimos e quanto mais consumimos mais trabalhamos, adiando a nossa felicidade e satisfação, que é move o desenvolvimento e crescimento econômico.</p>
<p>Talvez “um dia&#8230;” teremos o suficiente para consumir tudo que queremos. Não adianta pressa, porque não pode ser “ainda”. Enquanto isso continuamos trabalhando, na esperança de satisfação e felicidade. Esse estímulo é forte, é o poder motivador do desejo, que coloca as pessoas para trabalhar, permanecendo na esperança.  Se até bem pouco tempo o adiamento da felicidade nos fez trabalhar, investir e poupar, hoje já passamos para outro estágio, o da sociedade de consumidores. O consumo precisa ser já, para sermos felizes. Sem perceber acabamos transformando o consumo no supremo propósito da vida.</p>
<p>Por: Regina Di Ciommo</p>
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